Setembro 05

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‘Homo Deus’, do autor que fascinou Obama, Zuckerberg e Bill Gates

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O que nos reserva o futuro?
Homo Deus – História Breve do Amanhã,  de Yuval Noah Harari

 

Obama, Bill Gates e Mark Zuckerberg ficaram fascinados com o livro Sapiens – História Breve da Humanidade.  Como Homo Deus, Yuval Noah Harari apresenta-nos o próximo passo evolucional.

Homo Deus explora os projetos, sonhos e pesadelos que darão forma ao século XXI — desde o vencer da morte à vida artificial. Sucessor do bestseller internacional Sapiens – História Breve da Humanidade, coloca as questões fundamentais: para onde seguir a partir daqui? Como proteger o mundo dos poderes destrutivos do ser humano?

A guerra desapareceu.
É mais provável cometer suicídio
do que morrer num conflito armado.

 A fome está a desaparecer.
É mais alto o risco de obesidade do que de fome.

 A morte tornou-se um simples problema técnico.
Não alcançámos a igualdade — mas estamos perto de alcançar a imortalidade.

A história começou quando os homens inventaram os deuses e terminará quando os homens se transformarem em deuses.

 

Excerto:

‘Contudo, não devemos confundir capacidade com motivação.
Ainda que a guerra cibernética traga novos meios de destruição, não acrescenta  necessariamente novos incentivos para os usar. Nos últimos 70 anos, a humanidade não quebrou apenas a Lei da Selva,  mas também a Lei de Tchékhov. Há uma frase famosa de Tchékhov segundo a qual uma arma que apareça no primeiro ato de uma peça tem de obrigatoriamente ser disparada no terceiro ato. Ao longo da História, quando os reis e os imperadores adquiriam uma nova arma, mais cedo ou mais tarde sentiam‑se tentados a utilizá‑la. Contudo, desde 1945, a humanidade aprendeu a resistir a esta tentação. A arma que apareceu no primeiro ato da Guerra Fria acabou por nunca ser disparada. Acostumámo‑nos a viver num mundo de bombas e mísseis que não foram lançados e tornámo‑nos peritos em transgredir quer a Lei da Selva quer a Lei de Tchékhov. Se alguma vez estas leis regressarem, a culpa será nossa e não do destino inelutável.’ (página 28)

 

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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«De uma lucidez invejável (e alarmante), descreve os enormes desafios que temos pela frente, enquanto espécie, à medida que a tecnologia genética, a inteligência artificial e a robótica alteram profundamente as nossas relações humanas e com outras espécies. Uma leitura ainda mais voraz e mais importante do que a do seu já excelente Sapiens.»
Kazuo Ishiguro, escritor e jurado do Guardian Books of the Year 2016 «Harari é um escritor excecional, que parece ter sido escolhido pelas musas como veículo do zeitgeist… Um livro fascinante.» ( Times Literary Supplement)