20 Boas Razões para Ler os Melhores Livros de Ficção Lusófona do Prémio Bertrand

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“Quanto mais leres, mais coisas saberás. Quanto mais aprenderes, a mais sítios irás”, escreveu o escritor norte-americano Dr. Seuss. Porque ler é mesmo o melhor remédio para quase tudo, prescrevemos-lhe não um, mas dez livros imperdíveis, que foram escolhidos pelo júri mais exigente de todos – os leitores e livreiros – como finalistas ao Melhor Livro de Ficção Lusófona, da 3.ª edição do Prémio Livro do Ano Bertrand.

Enquanto não se sabe ainda quem é o vencedor desta categoria, que será revelado no dia 23 de abril, inspire-se na opinião de quem já leu para decidir as suas próximas leituras.

 

 

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Princípio de Karenina, de Afonso Cruz

1. O Valor da Felicidade

“História muito marcante, toda a escrita carregada de sentimentos intensos guardados nas entranhas do ser, dor, medo, desespero, amor carnal, amor fraternal, sobre fazer o que está certo, sobre a felicidade nas suas mais variadas formas. Surpreendente até ao fim.” Micaela Perdigão

2. Verdadeira Obsessão

“Um presente de Natal que se tornou a minha nova obsessão literária em 2019. Li este livro e no dia a seguir tive de comprar mais um do mesmo autor. Depois desse mais um e assim continuarei. As histórias do Afonso Cruz são viciantes e a forma como escreve faz com que no final dos livros nos sintamos quase participantes daquela narração.” Cátia

 

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Ensina-me a Voar Sobre os Telhados, de João Tordo

3. Leitura de um Só Fôlego

“É impossível ficar indiferente ao entrelaçar do sonho na realidade e vice-versa, as questões existenciais surgem na rotina diária. A distância da cultura japonesa de 1917, com a Lisboa atual são os espaços privilegiados para o desfile de personagens que vamos conhecendo. Fascinantes páginas para uma boa leitura de um fôlego apenas.” Sílvia Catarino

4. Sonho ou Realidade?

“Excelente, envolvente, portentoso. Uma história que nos fala sobre várias gerações duma família e, que nos deixa a pensar se na verdade existe assim tanta diferença entre o sonho e a realidade.” Rui Pinto

 

 

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Eliete, de Dulce Maria Cardoso

5. Queremos o Próximo, Já

“Um romance intemporal sobre a extraordinária vida de qualquer ser humano. Uma tremenda apologia da vida, personificada por uma mulher no meio da sua vida, em balanço, e sempre a caminho. Queremos ler o resto. E queremos que Dulce Maria Cardoso não pare de escrever.” Fábio Lavos Martins

6. Vidas normais, anormalmente interessantes

“Dulce Maria Cardoso, com a sua escrita simples e cativante escreve esta história de pessoas normais com vidas normais, com problemas normais, num tempo normal, onde a normalidade é descrita de forma anormalmente interessante.” Rui Oliveira Gomes

 

 

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A Amante do Governador, de José Rodrigues dos Santos

7. O Grande Romance Português

“Baseado em acontecimentos verídicos, A Amante do Governador resgata os dias de Macau sob cerco japonês e mostra como Portugal manteve a única bandeira ocidental hasteada no Extremo Oriente durante toda a Segunda Guerra Mundial. O grande romance português está de volta com a assinatura de José Rodrigues dos Santos, o mestre das nossas letras.” Inês Torres

8. Foi Assim no Oriente

“Baseado em acontecimentos verídicos, A Amante do Governador resgata os dias de Macau sob cerco japonês.” Sílvia Costa

 

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A Última Porta Antes da Noite, de António Lobo Antunes

9. Uma Obra de Arte

“Depois de uma fase em que os seus livros, sendo uma obra de arte, se tornaram difíceis de seguir, volta a dar um contorno à história que permite uma leitura donde retiramos um prazer enorme. Sobre a morte, o fim da vida, com uma capacidade de análise brutal. Continua a ser uma dos maiores escritores de todos os tempos, intemporal.” Maria João Araújo

10. Brilhante, como sempre

“Uma escrita sempre sedutora, um diálogo cheio de metáforas únicas. A Última Porta Antes da Noite é uma janela aberta para a luminosidade ofuscante da escrita de Lobo Antunes.” António José Cravo

 

 

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D. Maria I, de Isabel Stilwell

11. Pelos olhos da rainha

“Trata-se de mais um romance histórico de Isabel Stilwell sobre a primeira mulher a ocupar o trono português. O romance leva-nos a um cenário de conspiração e intriga na Lisboa do século XVIII. Assistimos pelos olhos de D. Maria ao terramoto que abalou a capital, ao fim do poder do Marquês de Pombal que tanto a perturbava, aos conflitos com Espanha, ao longo processo dos Távora que marcou o seu reinado. Uma época onde lá fora despertava a Revolução Francesa e a independência dos Estados Unidos.” Inês Torres

12. Conspiração palaciana

“Com um cenário de conspiração e intriga na Lisboa do século XVIII. Assistimos pelos olhos de D. Maria ao terramoto que abalou a capital.” Sílvia Costa

 

 

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O Mistério do Caso de Campolide, de Francisco Moita Flores

13. Jogos políticos, amores impossíveis e poderes ocultos

“A história remonta à época do Estado Novo em Portugal, sendo uma história de intriga e política. Corre o ano de 1937 e um morto da alta política aparece morto pensando-se à partida que teria sido por enfarte. Contudo esta morte tem mais que se lhe diga e as suspeitas de homicídio levam a uma investigação profunda. Moita Flores consegue criar suspense e intriga política num Portugal em evolução.” Suzete Araújo

14. Policial de alto nível

“Tenho que reconhecer que Moita Flores no seu primeiro policial esteve a grande nível. Este livro é surpreendente. Adorei, pois para além de um romance policial, há todo um conjunto de elementos reais e abstratos de acontecimentos históricos, que enriquecem os nossos conhecimentos. Ao autor, apelo para que não deixe morrer o Agente Simão Rosmaninho.” Rui Pinto

 

 

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Jogos de Raiva, de Rodrigues Guedes de Carvalho

15. Arrebatador até ao fim

“Dos livros mais surpreendentes que li nos últimos tempos. Iniciamos a leitura com a convicção de que estamos a perceber e a acompanhar o enredo para sermos surpreendidos com um final que nos agarra, ainda mais, à história. Adorei!” Cláudia Lourenço

16. Somos livres de dizer

“Como é já recorrente, o autor não tem medo nem pudor do uso das palavras que se encaixam naturalmente no decorrer das diversas tramas que compõem este livro. A imprensa, ou o jornalismo se quiserem, e as redes sociais são levadas ao limite no que toca ao respeito, ou à falta dele, sendo, na minha perspectiva, esta temática o pilar deste enredo (…). Um livro muito actual e enriquecedor. A ler com a devida atenção.” Luísa

 

 

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Pão de Açúcar, de Afonso Reis Cabral 

17. Até onde o preconceito pode levar

“Afonso Reis Cabral mais uma vez não desilude. Regressa com mais um romance arrebatador. Esta não é uma história bonita, mas é uma história que precisa de ser contada. Não é um livro leve, mas é um livro que todos deveriam ler. Mostra nos até onde o preconceito pode levar… Baseado numa história verídica este livro veio para nos mostrar o quão importante é a tolerância e o respeito pelos outros.” Ana Almeida

18. Sem filtros

“História que concilia a ficção com os factos ocorridos, culminando neste livro maravilhoso. As descrições que o autor faz das ruas típicas portuguesas e da interação do povo, tudo fluiu tão bem que dá gosto ler assim um livro da nossa terra. Depois a simplicidade da escrita de Afonso, sem floreados e sem filtros.” Filipa Batista

 

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O Homem mais Feliz da História, de Augusto Cury

19. Coragem de sonhar

“Um romance que nos ensina a não desistir de quem se ama e a lutar pelos nossos sonhos.” Bárbara Ramos

20. Inspirador

“Estou quase a terminar este livro inspirador que nos leva pelos caminhos da felicidade e nos faz sonhar página após página, algo a que o autor já nos habituou. Recomendo!” Sandra Lemos

 


 

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Para saber qual o livro vencedor, convidámo-lo a juntar-se a nós na cerimónia de divulgação dos vencedores da 3ª edição do Prémio Livro do Ano Bertrand, que irá realizar-se no dia 23 de abril, a partir das 18h30, na Livraria Bertrand do Chiado.