Biblioterapia | “A Bicicleta que fugiu dos Alemães”

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Há diversos estudos científicos que demonstram que ler melhora a nossa saúde. Neste consultório, recheado de estantes, partilhamos consigo as nossas bulas literárias. Dentro dos livros, há remédios para todos os males. Encontre o mais adequado para si, atente aos efeitos secundários e siga a posologia recomendada. 

Talvez seja um aficionado pela história da Segunda Guerra Mundial e/ou do Estado Novo. Ou talvez seja ciclista – profissional ou amador. Para quem sofre de desumanidade, insensibiliadde ou egoísmo, para todos temos o remédio ideal.

Quem sabe se a (sua) cura não passa por aqui?

A Bicicleta que fugiu dos Alemães, de Domingos Amaral

Nos primeiros dias de junho de 1940, a população de Paris entra em pânico, pois os exércitos de Hitler aproximam-se. De carro, de camioneta, de carroça ou a pé, mais de cinco milhões de pessoas fogem da capital francesa. Entre a multidão apavorada encontra-se Carol, uma portuguesa estudante na Sorbonne, que deixa Paris contrariada e ao volante da sua bicicleta Hirondelle.

Sempre em fuga e receosos da Gestapo, alguns deles conseguirão vistos de entrada em Portugal, passados por Aristides Sousa Mendes e chegarão a Vilar Formoso, onde a fronteira fechou por ordem de Salazar. Uma história de amizade, sexo, solidariedade e amor, de uma rapariga portuguesa cujos sonhos eram apenas estudar literatura, namorar e pedalar feliz pelos boulevards de Paris.

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