Biblioterapia | “As Cores do Assassino”

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Há diversos estudos científicos que demonstram que ler melhora a nossa saúde. Neste consultório, recheado de estantes, partilhamos consigo as nossas bulas literárias. Dentro dos livros, há remédios para todos os males. Encontre o mais adequado para si, atente aos efeitos secundários e siga a posologia recomendada. 

Indicado para ornitófilos, artistas plásticos e leitores com interesse em perturbações do espectro do autismo, da posopagnosia e da sinestesia. 

Quem sabe se a (sua) cura não passa por aqui?

As Cores do Assassino, de Sarah. J. Harris

Um romance fascinante em que um rapaz com sinestesia (associação de cores a sons) tenta descobrir o que se passou com Bee Larkham, a sua bonita vizinha. Onde está ela? Porque é que ainda não voltou para casa? 

Com treze anos, Jasper não pode ser considerado uma criança vulgar. Vive num deslumbrante mundo colorido que mais ninguém consegue ver, nem mesmo o seu pai. Palavras, números, dias da semana, vozes das pessoas: tudo tem uma cor própria. Mas recentemente é atormentado por uma cor de que não gosta e que não entende: a cor do homicídio.

Jasper tem a certeza de que alguma coisa aconteceu a Bee Larkham, mas parece que ninguém o compreende. Jasper tem de descobrir toda a verdade sobre o que se passou naquela noite, incluindo o seu envolvimento no que ocorreu. Aparentemente, alguém quer impedir isso a todo o custo.

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