Os livros que acabaram de chegar

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Estas são algumas das novidades que acabaram de chegar às nossas livrarias.

2 de agosto

James Rollins também é James Clemens, pseudónimo consagrado por obras dentro do género fantástico e autor da saga The Banned and the Banished, cujo primeiro volume se intitula Wit’ch Fire

Amazónia, de James Rollins

Rollins é um dos pseudónimos de James Czajkowski, dedicado a thrillers e policiais de alto mistério. Em Amazónia, acompanhamos uma equipa de cientistas e soldados que se embrenha no coração da floresta amazónica para resolver o mistério de Gerald Clark, um ex-agente das Forças Especiais dos EUA que perdera o braço esquerdo no Iraque e que, quatro anos depois de ter desaparecido naquele lugar selvagem reaparece, apenas para morrer em poucas horas e sem esclarecer como saiu de lá com os dois braços intactos

Em entrevista ao The New York Times, o autor americano – que começou como veterinário numa clínica na Califórnia -, afirmou que, se tivesse que escolher uma das suas obras para ser adaptada a filme ou série de televisão, escolheria Amazónia. Nas profundezas da floresta, as mutações mais imprevisíveis esperam pelas personagens principais desta história, como um cruzamento genético grotesco de um sapo com uma piranha. Para Rollins, nada seria melhor do que a promoção do filme em parceria com a McDonalds com a seguinte campanha: “Compre um Happy Meal e receba um peluche de um sapo/piranha para a sua criança”.

Abismo, de Yrsa Sigurdardóttir

O Legado, primeiro volume da série DNA, foi um sucesso não só por toda a Escandinávia, mas também pelo resto do mundo. Agora com Abismo, Yrsa Sigurdardóttir dá continuidade à história da dupla formada pelo detetive Huldar e a psicóloga infantil Freyja. Doze anos após a violação e assassínio de uma rapariga em Hafnarfjördur, uma cápsula do tempo é encontrada com cartas escritas por crianças que, em idade escolar, imaginam como será a Islândia em 2016, e o que acontecerá nesse ano. Mas, no meio delas, é encontrada uma mensagem anónima, com uma lista de iniciais das pessoas que virão a ser assassinadas no mesmo ano.

Só quando partes de corpos começam a ser descobertas nos sítios mais insólitos é que surge a hipótese de que estas possam estar relacionadas com os nomes da lista e com um crime antigo. É isto que Sigurdardóttir promete, uma autora que é já considerada pelos críticos como a rainha da ficção policial islandesa.

2 de agosto
2 de agosto

Fréderic Lenoir é sociólogo e professor em Paris. Além disso, é diretor da revista Le Monde des Religions, autor de vários estudos sobre história e sociologia das religiões, ensaios sobre filosofia (onde aborda temas como a felicidade, o ambiente e a espiritualidade), romances e peças de teatro.

O Milagre Espinosa, de Frédéric Lenoir

Numa linguagem clara, atraente e nada académica, este livro mostra-nos o que podemos aprender com Espinosa, o filósofo cuja família teve de fugir de Portugal para escapar às malhas da Inquisição.

Espinosa dedicou a sua vida à filosofia. Com que objetivo? Descobrir “o gozo de uma alegria suprema e incessante”. Construiu uma obra inovadora: em meados do século XVII, foi o precursor do Iluminismo e das nossas democracias modernas, bem como da aliança entre liberdade e razão. Espinosa não esteve apenas muito à frente do seu tempo – mas também do nosso: foi o pioneiro de uma leitura histórica e crítica da Bíblia, o grande mestre da filologia, o criador da sociologia e da etologia – e, acima de tudo, o inventor de uma filosofia baseada no desejo e na alegria, que alterou radicalmente a nossa conceção de Deus, da moralidade e da ideia de destino.

O livro é um relato dos ensinamentos do filósofo, aplicados à nossa vida e à nossa busca da felicidade. É esse o milagre de Espinosa.​

Regresso à Casa de Verão, de Jude Deveraux

Regresso à Casa de Verão é também o retorno a Madame Zoya, a misteriosa mulher que concede os desejos mais profundos às suas visitantes. Já em A Casa de Verão, primeiro romance da trilogia, conhecemos a história de três mulheres a quem lhes foi oferecida a oportunidade de reviver três meses do passado à escolha de cada uma. 

No segundo volume da coleção, três mulheres encontram-se na mesma casa de verão no Maine com uma coisa em comum: um passado doloroso que gostariam de poder reescrever. Amy, que esconde uma perda terrível apesar do seu casamento perfeito; Faith, uma viúva de 30 anos cujo grande desgosto é ter perdido um grande amor há anos; e Zoë, uma artista que viu a sua vida mudar numa noite de que ela não se recorda. Com os seus poderes místicos, Madame Zoya e a irmã Primrose transportam o trio à Inglaterra do século XVIII para assim mudarem a história dos seus antepassados.

2 de agosto
2 de agosto
Desconhecida num Comboio, de Jenny Diski

Jenny Diski percorre os Estados Unidos de comboio, numa viagem que a leva a conhecer gente muito diferente, e a conhecer-se a si mesma. Embalada pelo ritmo dos carris, Diski ouve histórias incríveis e deixa-se deslumbrar pela paisagem americana, que reconhece do cinema. Os cigarros, companheiros, desencadeiam reflexões sobre a solidão e a amizade, e sobre um passado de aflições: família desestruturada, abandono, excessos vários, internamentos psiquiátricos. 

Esta viagem entre dois tempos — o passado de Diski e a América contemporânea — é também um exercício sobre os outros, o desajuste e o distanciamento, quer de si própria quer do mundo.

Para o The Guardian, Desconhecida num Comboio é a confissão, a narrativa de viagens e a reflexão cultural. Simultaneamente, é também um livro de memórias, onde a autora aborda a sua luta contra a depressão e o consumo de drogas na sua juventude. “O mote para esta viagem é o círculo, mais propriamente a Linha Circular do metro de Londres, onde a autora passou muitos dias, na companhia de charlatães, homens de negócios e bêbados, ‘porque todos temos de ter um lugar para onde ir’”

 

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