Biblioterapia | “Amazónia”

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Há diversos estudos científicos que demonstram que ler melhora a nossa saúde. Neste consultório, recheado de estantes, partilhamos consigo as nossas bulas literárias. Dentro dos livros, há remédios para todos os males. Encontre o mais adequado para si, atente aos efeitos secundários e siga a posologia recomendada. 

É interessado por botânica, antropologia, patologia e ecologia? Pretende combater a ganância e o racismo? Temos o remédio indicado para si.

Quem sabe se a (sua) cura não passa por aqui?

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Amazónia, de James Rollins

Rollins é um dos pseudónimos de James Czajkowski, dedicado a thrillers e policiais de alto mistério. Em Amazónia, acompanhamos uma equipa de cientistas e soldados que se embrenha no coração da floresta amazónica para resolver o mistério de Gerald Clark, um ex-agente das Forças Especiais dos EUA que perdera o braço esquerdo no Iraque e que, quatro anos depois de ter desaparecido naquele lugar selvagem reaparece, apenas para morrer em poucas horas e sem esclarecer como saiu de lá com os dois braços intactos

Em entrevista ao The New York Times, o autor americano – que começou como veterinário numa clínica na Califórnia -, afirmou que, se tivesse que escolher uma das suas obras para ser adaptada a filme ou série de televisão, escolheria Amazónia. Nas profundezas da floresta, as mutações mais imprevisíveis esperam pelas personagens principais desta história, como um cruzamento genético grotesco de um sapo com uma piranha. Para Rollins, nada seria melhor do que a promoção do filme em parceria com a McDonalds com a seguinte campanha: “Compre um Happy Meal e receba um peluche de um sapo/piranha para a sua criança”.

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