livros_novidades_bertrand Setembro 11

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Os livros que acabaram de chegar

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Estas são algumas das novidades que acabaram de chegar às nossas livrarias.

4 de setembro
Operação Ibéria, Mark Simmons
Operação Ibéria, de Mark Simmons

Baseado em documentos oficiais mantidos secretos durante anos, este livro revela um mundo de espionagem e duplicidade na Península Ibérica, ao longo da Segunda Guerra Mundial.

Em outubro de 1940, Hitler esperava empurrar a França de Vichy para a coligação anti-britânica, por um lado, e, por outro, focar-se no Mediterrâneo. Para tal, era crucial que Espanha entrasse na guerra, tomar Gibraltar e melhorar a posição alemã em Marrocos e nas ilhas atlânticas, facilitando o controlo de Portugal.

A reunião de Hitler com Franco em Hendaye, a 23 de outubro, assinalou um ponto de viragem, parecendo viável uma aliança entre a Alemanha e Espanha. Nesta obra, Simmons explora a reação dos Aliados. Foram planeadas então várias operações com o objetivo de assegurar a neutralidade dos países ibéricos ou, caindo estes sob a alçada do Eixo, alguns planos de contingência.

O autor descreve as missões secretas nos dois países, incluindo o suborno de altos funcionários e a duplicidade do almirante Wilhelm Canaris, líder da Abwehr. Em Portugal, as atenções dos Aliados recaíram na vital guerra do volfrâmio, sendo Lisboa uma porta de saída da Europa e ponto de encontro de espiões, incluindo Popov, o famoso agente duplo.

A Agenda Vermelha, de Sofia Undberg

A protagonista de A Agenda Vermelha é Doris, uma senhora de 96 anos, que tem a mesma agenda desde 1928, um livro vermelho oferecido pelo seu pai, quando era pequena, e que contém todo o seu passado e todas as pessoas que conheceu e amou ao longo da sua vida.

Doris pode ter 96 anos e morar sozinha em Estocolmo, mas tal não significa que não continue ligada ao mundo. Todas as semanas, aguarda ansiosamente o telefonema, por Skype, com Jenny, a sobrinha-neta americana que é, simultaneamente, a sua única familiar. As conversas com a jovem levam-na de volta à sua própria juventude e tornam mais suportável a iminência da morte, que Doris sente a rondá-la.

Entre as inúmeras memórias gravadas na sua agenda vermelha, relembra o amor platónico pelo pintor modernista Gösta Adrian-Nilsson; o trabalho como manequim de alta-costura em Paris, na década de 1930, e a fuga clandestina num barco que foi bombardeado pelos soldados alemães do III Reich, no auge da Segunda Guerra Mundial. Doris contempla uma existência plena que, embora se aproxime do derradeiro final, não está isenta de surpresas: um lembrete agridoce de que, na vida, os finais felizes não são apenas ficção.

12 de setembro

Em entrevista à Agência Efe, Sofia Lundberg admite ter-se inspirado na tia-avó para escrever este romance, que começou inicialmente como um projeto digital e rapidamente progrediu para uma verdadeira sensação literária.

13 de setembro
A Recriação do Mundo, de Luís Corredoura

Fevereiro de 1943. No Palácio dos Desportos de Berlim, perante uma plateia de nazis fanáticos, Goebbels, ministro da Propaganda, faz um inflamado discurso, deixando no ar uma mensagem subliminar: os alemães, apesar de terem acabado de sofrer a sua maior derrota, irão em breve possuir uma arma que lhes permitirá vencer a guerra.

José Bensaúde, um judeu português, génio da matemática e física, mas também um idealista de Esquerda, será determinante para que a Alemanha se adiante na corrida atómica. Capturado em França e levado para um campo de concentração, aí fica até alguém dar conta que pode ser útil aos intentos do III Reich, exactamente quando a resistência começa a ganhar corpo e força e a operação Valquíria tem início.

Conseguirá Claus von Staufenberg matar o Führer enquanto este tenta a todo o custo ter uma bomba atómica? Lograrão os norte-americanos, com a ajuda de Enrico Fermi e Albert Einstein, antecipar-se aos nazis e ser os primeiros a recriar o momento zero do mundo numa gigantesca e inédita explosão nos confins do Novo México? E o que fará Estaline quando descobre que Moscovo e Londres poderão ser os alvos da arma-maravilha de Hitler?

Eu, Maria das Dores, Me Confesso, de Maria das Dores e Virginia López

Maria das Dores mandou matar o marido e foi condenada a 23 anos de prisão, num dos julgamentos mais mediáticos que Portugal já conheceu. A imprensa batizou-a: a socialite que mandou matar o marido para cobrar o seguro de vida. Mas ela nunca confessou o crime. Durante o julgamento, declarou-se inocente e culpou o motorista e o seu amigo de serem os únicos responsáveis pelo assassinato de Paulo Pereira da Cruz. Apesar de condenada, e ao longo de anos, Maria das Dores continuou a negar o seu envolvimento.

Neste livro, rompe o silêncio, ao cabo de 12 anos, e confessa: sim, eu mandei matar o meu marido. E explica por que razões o fez. Quem é a mulher por trás da assassina? Em Eu, Maria das Dores, me Confesso, o leitor encontrará revelações surpreendentes, cartas inéditas escritas a partir da prisão e as reflexões da mulher arrependida que, levada pelo ciúme e pela raiva, cometeu um terrível erro irrefletido que custou a vida do marido, a própria liberdade e a relação com o filho mais novo. Maria das Dores foi condenada pela justiça e também pela sociedade. Chegou o momento de contar a sua versão da história – aquela que toda a gente desconhece.

13 de setembro
Eu, Maria das Dores, me Confesso
13 de setembro
A Raposa, Frederick Forsyth
A Raposa, de Frederick Forsyth

Adrian Weston, ex-chefe do MI6, Serviço de Informações Secretas britânico, é acordado a meio da noite por um telefonema da primeira-ministra que lhe dá uma notícia perturbante. Os impenetráveis sistemas de informação da NSA, a Agência de Segurança Nacional norte-americana, foram violados por um inimigo desconhecido, imediatamente batizado como a “Raposa”. A caçada começa e, surpreendentemente, descobre-se que o responsável pelo ataque é Luke Jennings, um inofensivo adolescente inglês excecionalmente inteligente. Os americanos exigem a sua extradição, mas Weston tem outros planos: se Luke fez o que fez, por que não aproveitá-lo contra as ameaças ao Ocidente? Se foi capaz de quebrar os nossos sistemas de segurança pode fazer o mesmo com os dos nossos inimigos.

Luke, uma vez identificado, torna-se vulnerável, fica inevitavelmente exposto a enormes perigos e transforma-se rapidamente no homem mais procurado do planeta. Perseguido, detido, protegido ou em liberdade, aconteça o que acontecer, o que importa é que não caia em mãos erradas, porque se tal suceder as consequências são imprevisíveis e podem comprometer o equilíbrio mundial.

Uma intriga arrepiante que atravessa continentes e que é pautada pelos novos rumos que, nos dias de hoje, acompanham a espionagem tecnológica.

 

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