Biblioterapia | “As Pálidas Colinas de Nagasáqui”

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Há diversos estudos científicos que demonstram que ler melhora a nossa saúde. Neste consultório, recheado de estantes, partilhamos consigo as nossas bulas literárias. Dentro dos livros, há remédios para todos os males. Encontre o mais adequado para si, atente aos efeitos secundários e siga a posologia recomendada. 

Indicado para casais interculturais e seus descendentes, para quem pretende digerir choques culturais ou refletir sobre processos de aculturação.

Quem sabe se a (sua) cura não passa por aqui?

As Pálidas Colinas de Nagasáqui, de Kazuo Ishiguro

Neste seu aclamado romance de estreia, Kazuo Ishiguro conta a história de Etsuko, uma mulher japonesa que agora vive sozinha em Inglaterra, chorando o suicídio recente da filha. Refugiando-se no passado, dá consigo a reviver um Verão particularmente quente em Nagasáqui, quando ela e as amigas se esforçavam por reconstruir as vidas após a guerra. Mas, quando recorda a sua estranha amizade com Sachiko – uma mulher abastada reduzida pela guerra à indigência, as memórias assumem um tom inquietante.

Kazuo Ishiguro recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 2017 pelos seus “romances de grande força emocional, que revelam o abismo da nossa ilusória sensação de conforto em relação ao mundo” (via Público).

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