Biblioterapia | “Eu, Elton John”

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Há diversos estudos científicos que demonstram que ler melhora a nossa saúde. Neste consultório, recheado de estantes, partilhamos consigo as nossas bulas literárias. Dentro dos livros, há remédios para todos os males. Encontre o mais adequado para si, atente aos efeitos secundários e siga a posologia recomendada. 

Indicado para a luta contra uma qualquer forma de dependência de substâncias e/ou crises depressivas e combater preconceitos face a orientações sexuais.

Quem sabe se a (sua) cura não passa por aqui?

Eu, Elton John
Eu, Elton John
Eu, Elton John, de Elton John

Ao som de I’m Still StandingRocket Man e até de um clássico bem romântico como Don’t Go Breaking My Heart, reconhecemos a genialidade de Elton John, um dos mais prolíficos cantores e compositores da música contemporânea. Agora, na primeira pessoa e com a habitual frontalidade e bom humor, o artista britânico partilha a sua história – todos os momentos, dos mais hilariantes aos mais comoventes.

Reginald Dwight, nome de nascimento, tinha 23 anos quando deu o primeiro concerto nos Estados Unidos da América: com umas jardineiras amarelas, uma t-shirt às estrelas e botas com asas. Deixou uma imensa plateia absolutamente deslumbrada. Chegava ao mundo o grande Elton John, para jamais o deixar como dantes.

À imagem fiel da sua vida, não falta drama nesta autobiografia: as rejeições iniciais das editoras; as amizades com John LennonFreddie Mercury e George Michael; as noites loucas no Studio 54; as tentativas de suicídio e a dependência que escondeu até de si próprio durante anos, e que quase o destruiu, são apenas alguns dos episódios.

Excentricamente divertido mas também profundamente emocionante, Eu, Elton John levá-lo-á numa viagem inesquecível pela intimidade de uma lenda viva.

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